Antecipar Condutas
quando você entende a origem fisiopatológica do que está vendo, a conduta se torna óbvia, e não mais uma coisa decorada.
A medicina moderna nos entope de informações, mas esquece de nos ensinar o mais importante: como organizar tudo isso sem abandonar os fundamentos.
Você já sentiu aquela insegurança de estar diante de um paciente cirrótico, de um exame de urina ou de um paciente anêmico, e, mesmo tendo lido o livro, não saber por onde começar a ‘puxar o fio’ do diagnóstico?
O problema não é a sua inteligência. O problema é que:

Você teve TUTOR mas não PROFESSOR.

Você comprou o raciocínio pronto de outra pessoa, mas não construiu o seu.

Na vida real, o paciente não vem com o capítulo do livro escrito na testa. Ele vem com sinais brutos que exigem uma experiência sistematizada.
Não adianta ter a biblioteca inteira na cabeça se você não tem as gavetas certas para guardar cada informação.
A faculdade malmente te entrega os conteúdos; as diretrizes curriculares recentes desenfatizam o conhecimento de doenças e síndromes. Mas um médico, se quer se assim chamado, NECESSITA compreender os sinais e sintomas dos pacientes que pedem sua ajuda. A graduação se perdeu num emaranhado “pseudo-humanístico”, mas como consta no captíulo 1 do maior tratado de medicina, o Cecil:
As qualidades humanísticas essenciais de cuidar e confortar podem alcançar o benefício pleno apenas se forem combinadas com uma compreensão de como a ciência médica pode e deve ser aplicada a pacientes com doenças conhecidas ou suspeitas. Sem esse conhecimento, confortar pode ser inapropriado ou enganoso, e cuidar pode ser inefetivo ou contraproducente se inibir uma pessoa doente de obter assistência médica científica apropriada.
Nosso resgate visa educar o aluno para ser producente diante de pacientes com doenças conhecidas ou suspeitas. Usar o quadro é tradicional e parece antiquado, mas funcionou por séculos. O diferencial, de fato, nunca esteve no método, e sim na experiência de quem ensina através de esquemas visuais e mnemônicos estruturais que eu, Dr. Carlos Antonio Moura, criei ao longo de anos enquanto acadêmico, residentes e professor. Tudo feito muito antes da IA existir.
Você verá como:
sinais e sintomas deixam de ser uma lista solta e passam a compor um mapa lógico.

quando você entende a origem fisiopatológica do que está vendo, a conduta se torna óbvia, e não mais uma coisa decorada.
O que é desenhado e estruturado no quadro é fixado 10x mais rápido que um texto de livro.
você não compra o raciocínio pronto. Você vê como eram os meus esquemas quando eu ainda era aluno e, a partir deles, aprende a montar os seus.
Tudo isso em um curso vivo, onde aulas novas poderão ser adicionadas periodicamente, para acompanhar a sua evolução na prática médica.

Veja o que estudantes, residentes e médicos experientes estão dizendo sobre sua experiência com o CORC.
“Pra mim, o CORC foi uma experiência marcante, não apenas pelo conteúdo, mas principalmente pela forma como o Cacau conduz o raciocínio diagnóstico.
A marca que ele deixa é muito clara. Não se trata de acumular mais e mais conhecimento, mas de aprender a pensar melhor diante de cada caso.
O CORC, na minha visão, é um curso que engrandece o médico, porque atua diretamente na base de tudo: o raciocínio clínico.”
“O CORC mudou a minha vida… Eu me tornei preceptor de residência de clínica médica por causa do CORC.”
“Ele não entrega respostas prontas. Ele vai construindo o caso, levantando hipóteses, conduzindo o pensamento, e isso faz com que a gente realmente se envolva e aprenda de forma mais profunda.
Isso, para mim, faz toda a diferença. Porque não é só sobre aprender medicina, é sobre aprender a pensar como médico, com mais segurança, mais clareza e mais consciência diante do paciente.”
“Estou indo para o ciclo clínico agora, se eu aprender 5% do que Cacau tem a ensinar, tenho certeza que serei um médico 500% melhor.
A didática e os esquemas que Cacau utiliza para explicar os conteúdos facilitam muito o entendimento não só dos casos clínicos dos CORCs, mas também para entendimento da medicina como um todo.
E vindo de uma faculdade PBL, eu sinto essa falta de ter um professor ensinando de verdade o que é a medicina e como raciocinar sem precisar decorar achados clínicos.
É um complemento mais que essencial, é necessário.”
“Aqui na UNIFESP, tenho observado que nossa formação tem um embasamento científico — em termos de MBE — muuuito forte, e o ‘academicismo’ é o carro-chefe; por conta disso, por vezes sinto falta de uma visão prática, de mundo real, daquele mestre que traz experiência na fala, com dicas clínicas e visões perspicazes que só o tempo traz.
Daí, encontro esse recurso no CORC.
Inclusive, a inclusão das aulas ‘o raciocínio por detrás da...’ é sensacional.”
“Como ex-residente de Clínica Médica do Irmã Dulce e tendo conhecido e vivenciado de perto o que é o raciocínio clínico raiz, posso dizer, sem dúvidas, que Cacau é uma das pessoas que melhor o sabe fazer. Com maestria e sem rodeios.
Não é só sobre aprender conteúdo, é sobre aprender a pensar sobre a doença e o doente.
Cacau consegue transformar casos complexos em algo lógico, quase óbvio (depois que ele explica, claro).”

“Estou achando muito bom! As discussões de casos são excepcionais porque faz você pensar, não apenas decorar.
Ele apresenta os casos clínicos de uma forma que obriga você a montar o raciocínio, criar hipóteses e ajustá-las conforme surgem novos dados.
Mas, mais importante que o conteúdo em si é a forma como você aprende a pensar, desenvolvendo um raciocínio clínico que te permite chegar às respostas por conta própria.”
“O encontro com o Cacau e o CORC, pra mim, foi como uma revoada de pássaros… uma inspiração e uma renovação…
Poucas vezes nesses 40 anos de prática vi alguém com tanta cultura médica, repertório clínico e rapidez de raciocínio como o Cacau.
Me reabasteceu de entusiasmo e mais ainda de otimismo ao ver tanta gente jovem envolvida nesse projeto.
Pra quem ainda não está no CORC, não sabe o que está perdendo.”
“É, de fato, uma verdadeira aula de raciocínio clínico — quase um trabalho ‘artesanal’ de construção diagnóstica por camadas: do diagnóstico sindrômico, passando pelos diagnósticos intermediários, até chegar, quando possível, ao diagnóstico etiológico.
Mas, sobretudo, o mais valioso é como o curso amplia nosso repertório diante dos padrões que vemos no dia a dia.
Um bom caso clínico, didática, conhecimento técnico sólido e experiência já fazem toda a diferença e nisso o curso entrega com excelência.”
“O modelo da discussão é extremamente importante… na faculdade sinto que os alunos ficam engessados aos casos padrão que, queira ou não, precisam ser discutidos por se tratarem das principais patologias que encontraremos.
Mas no CORC, temos contato com muito mais síndromes e diferenciais, que abrem a cabeça num nível insano.
Cacau é muito bom, sabe muita clínica médica e tem uma didática excelente, além de gostar de ensinar.”
“Vi uma aula e um vídeo sobre a formação médica que me fez entender que eu estava no cerne de um grande problema e que era algo que já vinha me incomodando há bastante tempo (o método PBL, por exemplo).
Após ver uma aula de Dr Carlos, eu senti que aprendi muito. Ele é muito didático e nos faz pensar além do básico.
Ele sabe os limites dos estudantes de medicina dos dias de hoje e faz questão de cutucar isso, mostrando o quão além nós podemos ser.”
“Estou muito satisfeita com o CORC.
Para mim, que já tenho mais tempo de formada, é importante para revisar a base fisiopatológica.
É no raciocínio no quadro que começam a se formar como que ‘gavetas cerebrais médicas’.
E aos poucos o raciocínio clínico é ordenado em categorias fisiopatológicas.”
“Pra mim, o CORC foi uma experiência marcante, não apenas pelo conteúdo, mas principalmente pela forma como o Cacau conduz o raciocínio diagnóstico.
A marca que ele deixa é muito clara. Não se trata de acumular mais e mais conhecimento, mas de aprender a pensar melhor diante de cada caso.
O CORC, na minha visão, é um curso que engrandece o médico, porque atua diretamente na base de tudo: o raciocínio clínico.”
“Estou indo para o ciclo clínico agora, se eu aprender 5% do que Cacau tem a ensinar, tenho certeza que serei um médico 500% melhor.
A didática e os esquemas que Cacau utiliza para explicar os conteúdos facilitam muito o entendimento não só dos casos clínicos dos CORCs, mas também para entendimento da medicina como um todo.
E vindo de uma faculdade PBL, eu sinto essa falta de ter um professor ensinando de verdade o que é a medicina e como raciocinar sem precisar decorar achados clínicos.
É um complemento mais que essencial, é necessário.”
“Estou achando muito bom! As discussões de casos são excepcionais porque faz você pensar, não apenas decorar.
Ele apresenta os casos clínicos de uma forma que obriga você a montar o raciocínio, criar hipóteses e ajustá-las conforme surgem novos dados.
Mas, mais importante que o conteúdo em si é a forma como você aprende a pensar, desenvolvendo um raciocínio clínico que te permite chegar às respostas por conta própria.”
“O modelo da discussão é extremamente importante… na faculdade sinto que os alunos ficam engessados aos casos padrão que, queira ou não, precisam ser discutidos por se tratarem das principais patologias que encontraremos.
Mas no CORC, temos contato com muito mais síndromes e diferenciais, que abrem a cabeça num nível insano.
Cacau é muito bom, sabe muita clínica médica e tem uma didática excelente, além de gostar de ensinar.”
“O CORC mudou a minha vida… Eu me tornei preceptor de residência de clínica médica por causa do CORC.”
“Aqui na UNIFESP, tenho observado que nossa formação tem um embasamento científico — em termos de MBE — muuuito forte, e o ‘academicismo’ é o carro-chefe; por conta disso, por vezes sinto falta de uma visão prática, de mundo real, daquele mestre que traz experiência na fala, com dicas clínicas e visões perspicazes que só o tempo traz.
Daí, encontro esse recurso no CORC.
Inclusive, a inclusão das aulas ‘o raciocínio por detrás da...’ é sensacional.”
“O encontro com o Cacau e o CORC, pra mim, foi como uma revoada de pássaros… uma inspiração e uma renovação…
Poucas vezes nesses 40 anos de prática vi alguém com tanta cultura médica, repertório clínico e rapidez de raciocínio como o Cacau.
Me reabasteceu de entusiasmo e mais ainda de otimismo ao ver tanta gente jovem envolvida nesse projeto.
Pra quem ainda não está no CORC, não sabe o que está perdendo.”
“Vi uma aula e um vídeo sobre a formação médica que me fez entender que eu estava no cerne de um grande problema e que era algo que já vinha me incomodando há bastante tempo (o método PBL, por exemplo).
Após ver uma aula de Dr Carlos, eu senti que aprendi muito. Ele é muito didático e nos faz pensar além do básico.
Ele sabe os limites dos estudantes de medicina dos dias de hoje e faz questão de cutucar isso, mostrando o quão além nós podemos ser.”
“Ele não entrega respostas prontas. Ele vai construindo o caso, levantando hipóteses, conduzindo o pensamento, e isso faz com que a gente realmente se envolva e aprenda de forma mais profunda.
Isso, para mim, faz toda a diferença. Porque não é só sobre aprender medicina, é sobre aprender a pensar como médico, com mais segurança, mais clareza e mais consciência diante do paciente.”
“Como ex-residente de Clínica Médica do Irmã Dulce e tendo conhecido e vivenciado de perto o que é o raciocínio clínico raiz, posso dizer, sem dúvidas, que Cacau é uma das pessoas que melhor o sabe fazer. Com maestria e sem rodeios.
Não é só sobre aprender conteúdo, é sobre aprender a pensar sobre a doença e o doente.
Cacau consegue transformar casos complexos em algo lógico, quase óbvio (depois que ele explica, claro).”

“É, de fato, uma verdadeira aula de raciocínio clínico — quase um trabalho ‘artesanal’ de construção diagnóstica por camadas: do diagnóstico sindrômico, passando pelos diagnósticos intermediários, até chegar, quando possível, ao diagnóstico etiológico.
Mas, sobretudo, o mais valioso é como o curso amplia nosso repertório diante dos padrões que vemos no dia a dia.
Um bom caso clínico, didática, conhecimento técnico sólido e experiência já fazem toda a diferença e nisso o curso entrega com excelência.”
“Estou muito satisfeita com o CORC.
Para mim, que já tenho mais tempo de formada, é importante para revisar a base fisiopatológica.
É no raciocínio no quadro que começam a se formar como que ‘gavetas cerebrais médicas’.
E aos poucos o raciocínio clínico é ordenado em categorias fisiopatológicas.”
Alguns dos muitos depoimentos que recebemos.
De R$ 597 por apenas 12x de
R$ 30,02
ou R$ 297 à vista
1 ano de acesso · Pagamento processado pela Hubla

Durante 7 dias, assista às aulas, assimile os conceitos e fluxogramas desenhados no quadro e destrave seu raciocínio clínico. Se você sentir que o curso não é para você, devolvemos 100% do seu investimento. Sem perguntas, sem burocracia e continuamos desejando que você cresça enquanto médico!

Quem conduz o CGS:
Dr. Carlos Antonio Moura é médico graduado pela UFBA, clínico e reumatologista titulado pela SBR, com doutorado em Medicina e Saúde Humana. Além de escritor e palestrante, é professor dos internatos de Medicina da EBMSP e da UNIFACS, e supervisor acadêmico da Residência de Clínica Médica do Hospital Santo Antônio, das Obras Sociais Irmã Dulce. Há mais de dez anos ele acompanha a formação de estudantes e residentes à beira do leito, onde a medicina se revela como ela é: viva, imprevisível e concreta.
Criador do Curso Online de Raciocínio Clínico (CORC), percebeu a importância de levar para outros alunos aquilo de que muitos já se beneficiam com suas aulas em quadros e esquemas nos papéis dos corredores dos hospitais. Foi desse mesmo hábito que nasceu o livro Raciocínio Clínico: diagnóstico diferencial à beira do leito (2017), e é dele que nasce agora o Grandes Síndromes.
O Grandes Síndromes: O Raciocínio no Quadro é a materialização desse hábito. Foi na lousa e nos ‘papéis de rascunho’ dos ambulatórios e salas de prescrições, que encontrei a forma mais sincera de organizar o caos da dúvida diagnóstica e transmitir o que anos de prática e de leitura consolidaram.
Aqui, você não assiste a uma aula ensaiada com desfechos prontos. Você testemunha o raciocínio clínico in natura, passo a passo. É o esforço de transformar a complexidade da beira do leito em estruturas lógicas que você pode carregar para a sua própria prática.
“A excelência não é um ato,
mas um hábito.”
Não. Embora seja um divisor de águas para alunos do 2º ao 6º ano que sofrem com o método PBL, o CGS é altamente recomendado para médicos recém-formados que buscam mais segurança e organização mental para seus plantões e visitas de enfermaria.
Pelo contrário. O objetivo do Cacau é a praticidade aguda. O quadro serve para simplificar temas complexos e torná-los aplicáveis diante do paciente!
Ao adquirir o CGS, você recebe um pacote de aulas já gravadas. O curso poderá ser alimentado paulatinamente. Sempre que um novo tema relevante surge na prática do Cacau e ele cria para si próprio um “esquema didático”, ele se propõe a transmitir aos seus alunos. E você terá acesso a essas aulas que porventura surgirão.
O CGS não é um curso credencialista. O foco é o aprendizado e o desenvolvimento do raciocínio clínico, não um papel. Não emitimos certificado e para aqueles que buscam exclusivamente isso, definitivamente aqui não é o lugar.
1 ano de acesso.